Por que a maioria das fintechs contrata consultoria especializada
Abrir uma fintech no Brasil não é só uma decisão de produto — é, antes de tudo, um processo regulatório. Entre modelar a licença correta (SCD, SEP, Instituição de Pagamento ou uma operação via Banking as a Service), montar a estrutura societária, redigir políticas de compliance e submeter o pedido de autorização ao Banco Central, o caminho tem dezenas de decisões técnicas que impactam diretamente o prazo e o custo de lançamento. Por isso a maioria das fintechs — inclusive grandes players do mercado hoje — contratou consultoria especializada nesse processo em vez de tentar percorrê-lo sozinha.
Critérios essenciais para escolher: regulatório, tecnologia e pós-lançamento
- Experiência regulatória comprovada: a consultoria já conduziu pedidos de autorização aprovados pelo Banco Central? Em quais modelos (SCD, SEP, IP, banco múltiplo)?
- Visão técnica, não só jurídica: além do processo regulatório, a consultoria entende de arquitetura de core banking, integrações de Pix, cartões e segurança da informação?
- Acompanhamento pós-autorização: o compliance não termina quando a autorização sai — a consultoria continua apoiando adequação a novas normas e auditorias do Banco Central?
- Transparência de prazos e custos: um cronograma realista, com etapas e marcos claros, é sinal de uma consultoria que já passou por esse processo várias vezes.
Perguntas para fazer antes de contratar (checklist)
- Quantas instituições vocês já ajudaram a constituir e autorizar pelo Banco Central?
- Vocês apoiam só o regulatório, ou também a estruturação tecnológica (core banking, BaaS, white label)?
- Como funciona o acompanhamento depois que a autorização é concedida?
- Quais são as etapas, prazos estimados e responsabilidades de cada parte no processo?
- Vocês têm experiência com o meu modelo de negócio específico (crédito, meios de pagamento, banco digital)?
Erros comuns ao escolher uma consultoria
- Escolher só pelo preço, sem validar histórico real de autorizações aprovadas pelo Banco Central;
- Contratar uma consultoria só jurídica quando o projeto também exige decisões técnicas de arquitetura bancária;
- Não perguntar o que acontece depois da autorização — compliance é um processo contínuo, não um evento único;
- Ignorar a experiência da consultoria com o modelo de licença específico que sua fintech precisa (SCD, SEP, IP ou BaaS).
Como a CSCE atua nesse processo
A CSCE é uma consultoria brasileira com mais de 28 anos de atuação no mercado financeiro, especializada em constituição e estruturação de instituições financeiras e de meios de pagamento autorizadas pelo Banco Central. Estruturamos a 1ª fintech autorizada no Brasil pelo Banco Central e já entregamos mais de 100 aplicativos e 250 estruturas white label para clientes. Atuamos dos dois lados do processo — o regulatório e o tecnológico — para que sua fintech saia do papel já em conformidade e pronta para escalar.

